“Que amanhã será melhor, um dia novo virá.
Lute pelo bem que a luz não se apagará”
Mato Seco
“Que amanhã será melhor, um dia novo virá.
Lute pelo bem que a luz não se apagará”
Mato Seco
Eu sou do tamanho daquilo que SINTO, que VEJO e que FAÇO, não do tamanho que os outros me enxergam.
Bob Marley
E em uma vida onde se perde quase sempre se ganha e quase nunca
Melhor um pássaro na mão, do que dois a voar ♫
Mato Seco
“Jah é nossa luz, é nossa vitória!
Jah nos deu vida através do amor.
Jah ele é o poder e a glória.
Jah é a chama que não se apagou.
Jah é nossa luz, é nossa vitória.
Jah nos deu vida através do amor.
Jah é nossa paz, é nossa família.
Jah pai eterno, deus criador.”—Monte Zion
“Quando chegar aquilo que é perfeito, tudo o que é imperfeito desaparece”
ICo 13.10
Sejamos humildes, pois até o sol com toda sua grandeza se põe e deixa a lua brilhar.
Bob Marley
BIQUEIRA LITERÁRIA
por Rodrigo Ciríaco
Vendo pó
Vendo pó…
Vendo pó…esia
Tem papel de 10
Papel de 15, papel de 20
Com dedicatória do autor
Ainda vivo
Promete morrer cedo
Só pra valorizar a obra
Aliás, você:
Gosta de autores vivos
Ou nem mortos?
Vâmo lá, vâmo lá
Na minha mão é mais barato!
Prometo que vai
Com dedicatória e orelha
A do autor, não a alheia
Na nossa biqueira literária
Pó…esia é prato farto, mesa cheia
Deixar os malucos chapados
É nosso barato
Vendo pó
Vendo pó…
Vendo pó…esia
“Xii, corre, corre, Tio
A casa caiu”
O pré-feito
Pré-conceito de ser pó-lítico
(mal fabricado)
Não chapou no baseado
Causou furdúncio, ficou bravo
Mandou guarda, jornalista, segurança
Pra armar o barraco
Exigiu alvará de funcionamento
Da biqueira
- que doidêra! –
Cagou ordem, baixou decreto
Citou: lei orgânica
Pertubação da ordem pública
Destruição do patrimônio histórico
Código de postura do município
- que mentira, que lorota boa –
Só pra destruir a nossa brincadeira
Nossa lírica zoeira, de gritar:
Vendo pó
Vendo pó…
Vendo pó…esia
E querem nos deixar apenas no
Cheiro pó
Cheiro pó…
Cheiro pó…eira
Besteira!
Não aceito essa lenga-lenga
Vendo pó
Vendo pó…
Vendo pó…esia!